O laço rosa:  o movimento down nas piscinas do projeto Ampliar do UniBrasil

Para marcar a semana, o UniBrasil traz histórias e lembranças do projeto Ampliar pelo doce olhar das famílias dos alunos com síndrome de down.

Idealizado em 2012 pela professora do curso de educação física, Eliana Patrícia, o Ampliar faz parte do programa de extensão do UniBrasil. O programa nasceu com o objetivo principal de, por meio da natação, promover lazer, reabilitação e preparo desportivo para pessoas com deficiência, dentre elas, pessoas com síndrome de down.

Em uma tarde, o UniBrasil acompanhou os treinos de quatro alunos: Ketlein da Silva Teixeira (27), Ana Flávia dos Santos Cavalcanti (7 anos), Gabriel Ferreira (22 anos) e Gabriel Berti (30 anos), todos alunos – nadadores do projeto Ampliar, cada um com sua história, suas características e desempenho na piscina e na vida.

Hoje, vamos conhecer a história da Ketlein que após um tempo longe das piscinas retornou aos treinos com tudo, para o orgulho da mamãe Jociele.

 

A menina do laço rosa

De repente, tudo ficou rosa. Uma menina tímida, com laço rosa no cabelo e um olhar curioso chega perto da câmera. A mãe Jociele Regina demonstrava felicidade com o retorno da filha às aulas de natação. Ketlein ficou dois anos longe do projeto Ampliar devido a pandemia, mas a sua volta já era indispensável, principalmente, em questão de saúde.

Animada,  Jociele conta que um dia antes de voltar ao UniBrasil, a menina não queria dormir e só adormeceu depois que a mamãe deixou a mochila de natação perto da cabeceira da cama. “Ela estava triste longe do projeto, estava regredindo na sua desenvoltura e hoje estamos retornando com segurança e trazendo muito amor na bagagem, é uma honra ter esse momento com minha filha”, ressalva Jociele.

Em poucos minutos, a Ketlein trocou o laço rosa do cabelo pela touca rosa de natação. Na piscina, o semblante já mudou, a menina já parecia mais leve e a ansiedade já tinha ido embora. A professora Eliana Patrícia entregou um espaguete, claro que rosa, para ela e nem precisou falar mais nada, Ketlein  já saiu batendo as perninhas. “Eu entreguei esse acessório para ela, pois ela está retornando, então precisa de readaptação, mas logo, ela já volta à rotina normal de treinos”, fala a professora.

O projeto atua como uma necessidade de convívio entre ciência e sociedade, ou seja, o UniBrasil devolve a pesquisa acadêmica como forma de serviço para o público externo. Com isso, atualmente, são atendidas 125 pessoas sendo 17 que apresentam a síndrome de down.

 

Essa galerinha na galeria de fotos marcou presença no treino e aproveitaram para fazer uma sessão de fotos. Confira a energia dos alunos do Ampliar:

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