Abrindo caminhos:  o movimento down nas piscinas do projeto Ampliar do UniBrasil

No dia 21 de Março é celebrado o “Dia Internacional da Síndrome de Down”. Para marcar a semana, o UniBrasil traz histórias e lembranças do projeto pelo doce olhar das famílias dos alunos com síndrome de down.

O projeto Ampliar foi idealizado em 2012 pela professora do curso de educação física, Eliana Patrícia, como parte do programa de extensão do UniBrasil, o qual oportuniza estágio de esportes adaptados aos acadêmicos de Educação Física. O programa nasceu com o objetivo principal de, por meio da natação, promover lazer, reabilitação e preparo desportivo para pessoas com deficiência, dentre elas, pessoas com síndrome de down.

Além disso, o projeto atua como uma necessidade de convívio entre ciência e sociedade, ou seja, o UniBrasil devolve a pesquisa acadêmica como forma de serviço para o público externo.

Em uma tarde, o UniBrasil acompanhou os treinos de quatro alunos:  Ana Flávia dos Santos Cavalcanti (7 anos), Ketlein da Silva Teixeira (27),  Gabriel Ferreira (22 anos), Gabriel Berti (30 anos), todos participantes do projeto Ampliar, cada um com sua história, suas características e desempenho na piscina e na vida.

No primeiro post da série foi contada a história dos Gabriéis, hoje vamos conhecer uma família que desde o início teve a missão de abrir as portas para outros bebês no projeto, a Ana Flávia.

Abrindo os caminhos

Há 16 anos, Fábio Vieira Cavalcanti é dono do boa noite animado no portão 4 e há sete tem a honra de ser o pai da Ana Flávia, uma doce criança que tem como “habitat” natural às piscinas do UniBrasil desde os seus sete meses. Um dia, o Fábio soube do projeto Ampliar através de outros colaboradores e resolveu chegar mais cedo ao trabalho para ir até o ginásio, chegando lá, já encontrou a Professora Eliana que pediu para trazer sua bebê. “A gente trouxe ela com apenas sete meses, a professora já viu que ela era “firminha” e começou a ensinar ela a nadar. A saúde da Aninha melhorou muito e abriu portas para outros bebês participarem do projeto”, explica o pai.

A mãe com olhar atento à filha, se emociona ao contar sobre a evolução da menina nas piscinas e na vida. “Aqui nossos filhos se desenvolvem, convivem com outras crianças e hoje está aí cheia de saúde. Nossa alegria é vim aqui e  falar aos nossos amigos que ela já mergulha. Para nós mães de crianças especiais, falar isso é um passo muito grande, é diferente, a cada dia é uma vitória”, diz Maria Cristina dos Santos que também já foi colaboradora do UniBrasil.

Para a professora de natação Eliana Patrícia o projeto vai além da piscina. “Nós temos alunos que chegam aqui, aprendem a nadar, e comparamos isso com o voar, pois eles evoluem. Outros, alcançam patamar de atletas e outros simplesmente nadam para ter uma qualidade de vida. Fora que temos o prazer de acolher às famílias e proporcionar alegrias para eles”,  explica Eliana Patrícia.

Evolução

Atualmente, são atendidas 125 pessoas sendo 17 que apresentam a síndrome de down. A professora Eliana Patrícia recebe acadêmicos do curso de Educação Física para realizarem estágios de adaptados no Projeto Ampliar, “nossos estudantes de educação física se formam e chegam ao mercado de trabalho conhecendo essa didática de serem professores de pessoas com deficiência. Esse é um grande diferencial do UniBrasil”, finaliza.

 

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